Diego Rosa, Advogado

Diego Rosa

São José do Rio Preto (SP)

Sobre mim

Advogado
Formado na União da Faculdade dos Grandes Lagos Unilago no ano 2012

Principais áreas de atuação

Direito do Consumidor, 33%

É um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dos consumidor...

Direito de Família, 33%

É o ramo do direito que contém normas jurídicas relacionadas com a estrutura, organização e prote...

Direito Civil, 33%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

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Roosevelt Abbad, Professor
Roosevelt Abbad
Comentário · há 9 anos
Sempre que advogados emitem opiniões sobre laços afetivos entre entes queridos, ficamos com os dois pés atrás. Concordamos que o ambiente da comunidade jurídica não é o lugar ideal para reatar laços afetivos, ou buscar indenização, até por que, quase sempre, é nesse ambiente que eles são destruídos, sempre com base na estratégia do litígio para favorecer um gênero exilando o outro nas visitas limitadas e insuficientes. A questão da paternidade quase sempre se encera na questão da pensão alimentícia. As evidências científicas indicam que esse falso moralismo da comunidade jurídica tem jogado ladeira abaixo a saúde emocional das crianças ao se negar a reconhecer que filhos precisam de pais e mães em igualdade, independente do status do relacionamento do ex-casal. Isso é outro universo. Veja o que diz a maior autoridade no assunto, quando se trata de convivência equilibrada, a decisão sábia que faz evitar o abandono afetivo, como última saída para um pai se manter emprego, saúde e vida: “Pai e mãe devem ser presença constante na vida do filho” Considerada a maior especialista do País em educação infantil e de jovens, a psicóloga diz que, quando acontece a separação, a decisão de não compartilhar a guarda da criança é uma forma de punição. Matéria completa aqui: https://istoe.com.br/389172_PAI+E+MAE+DEVEM+SER+PRESENCA+CONSTANTE+NA+VIDA+DO+FILHO+/ Infelizmente, nos últimos 30 anos, 90% de decisões sobre guarda e convivência foram aplicadas no piloto automático, contrariando tudo o que se sabe sobre o bom desenvolvimento e da saúde emocional das crianças.
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